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Eficiência não paga a conta: o paradoxo da IA nas organizações

Os modelos de IA viraram commodities. 95% dos projetos de IA falham, e não é culpa da tecnologia. O diferencial competitivo deixou de ser o modelo em si e passou a ser a capacidade organizacional de conectar a IA a dados, processos e tomadas de decisão. (State of AI in business, MIT)

Sem governança e uma estratégia baseada em orquestração de dados e processos, grande parte das iniciativas permanece restrita a projetos-piloto. 

81%

dos executivos tem um
controle básico ou
nenhum sobre a IA,
sua performance e
seus custos

7%

dos profissionais de tecnologia relatam que a IA está integrada a múltiplos sistemas e processos

54%

das empresas não possuem acesso estruturado entre a IA e os dados corporativos

Nosso estudo destrincha os desafios técnicos, os impactos e os passos práticos adotados por gigantes do mercado - como Hcor, Inter, Mapfre, Klabin e Bradesco - para, de fato, ir além de apenas eficiência. Vale conferir!

Preencha os dados para acessar o estudo na íntegra:

 “IA isolada não escala. O desafio vem depois, que é transformar  essas  iniciativas em capacidades reutilizáveis, integradas à arquitetura da  companhia e sustentáveis no longo prazo.”

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Fábio Colpas

Diretor de transformação, dados, inteligência artificial e inovação da Mapfre no Brasil